Monthly Archives: July 2011

Every skiped heartbeat

Adoro aquela voz de animação a qualquer meia notícia boa, que a tire do torpor de sono e do mau humor sazonal em que ela se encontra. Eu amo tanto cada pedacinho dela e lembro tão bem de todas as sensações, todos os sentimentos, humores, palavras e tipos de disposições dela, nossos e meus enquanto estava com ela que eu sei.

Sei confortá-la ao dizer que vai passar. Sei coisas sobre ela que ela nunca saberá mas eu sim, mesmo de longe atenta a cada pormenor, a cada sinal, cada hiato, a cada batida que o seu coração pula.

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Nem é tanto falta de vida mas a minha vida não é assunto de blog. Daí estou há 3 posts falando a mesma coisa. Me desculpem.


Pausa

 

Em fase de crise criativa, crise vivencial, crise existencial, financeira e quantas crises mais existirem.

Já pode se desesperar por não ter nem começado a escrever os trabalhos de mestrado? Ou por ficar remoendo as mesmas coisas antes de dormir?

Eu volto. Juro.

 


“Emily tries but misunderstands,

She often inclined to borrow somebody’s dreams till

tomorrow

There is no other day

Let’s try it another way

You’ll lose your mind and play”

[ See Emily play – Pink Floyd]

já volto. é a (falta de) vida.


Por enquanto as águas

Depois de todos esses dias, olhar pelo debaixo da água que não andou passando em mim, entre a escuridão e os muito sonhos pesadelos. Afinal, a água tinha que desencrustar dias de sujeira e inexatidão, dias de apatia.

Deixo a água correr, as palavras, ainda pra outro dia.


Humming – don´t – bird

Always a whisper, a humming, rummors. In the kitchen, there is the echo of the entire house, is life dripping , a heart hidden on the walls. Words that I don´t want to hear, songs all the time. The music never stops. How can someone be this happy? How can someone be this happy doing this?

This supposed to be a lesson for me and while I don´t learn, the songs and the humming continue. (forever)


Gratidão

Deligara o telefone. Para sempre ou, para o que mais se aproximava do sempre: por aquela noite. Tivera de tirar a bateria.Nunca seria deixadaem paz. Pessoas são atraídas, excitadas pelo não, pela ausência, se sentem compelidas a tirar alguém do isolamento, curar as pessoas da depressão, achar que, se matarem a pessoa de carinho, amor, sexo e afeto, que ela voltará ao normal, sorrirá, será doce e gentil.

Acham que será obediente e submissa, e, principalmente, grata.

Ela ficaria mais grata se, ao menos quando sentisse sono, pudesse dormir, se, quem chama à noite de fato, fosse quem ligasse, ou aparecesse. Ela seria grata se não tivesse de atender inúmeras ligações humilhantes, de fazer soluçar ou se não tivesse de aceitar passivamente indiferença alheia.

Não seria mais feliz mas ficaria grata.


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