Category Archives: filosofia

O inferno é aqui (parte I)

Faus E julgados pra onde?

Mefis Para o Inferno

Faus Como é que então de lá te encontras fora?

Mefis Isto é o Inferno, e fora dele não estou!

Pois pensas que eu, que vi de Deus a face.

E os eternos prazer´s do Céu provei,

Não me atormento com dez mil infernos,

Por ´star privado do perene bem?

Oh, deixa, Fausto, essas perguntas frívolas

Que terror causam à minha alma ansiosa…

[ cena III – pág 54; versos 314 a 323 ]

(…)

Mefis Então pergunta, Fausto, o que quiseres.

Faus Primeiro inquirei sobre o Inferno.

Onde fica o local assim chamado?

Mefis Por sob os Céus.

Faus Pois sim. Mas mais ao certo?

Mefis ´Stá destes elementos nas entranhas,

Em que penamos e ficamos sempre.

O inferno é sem limites. Circunscrito

Não está a um lugar, pois, onde estamos,

Inferno é, e sempre aí estaremos:

Para concluir ao dissolver-se o mundo,

Purificada toda a criação

Lugar´s, que o Céu não sejam, são Inferno.

[ Cena V – pág 68; versos 360 a 370]

MARLOWE, Christopher. A História Trágica do Doutor Fausto. Tradução de A. de Oliveira Cabral. Introdução: Dirceu Villa. São Paulo: Hedra, 2006.

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Entre espaços

espaço

s. m.
1. Intervalo entre limites.
2. Vão; claro; lugar vazio.
3. Tempo (em geral).
4. Tempo (em que se opera).
5. Tempo (que medeia entre duas operações ou actos!).
6. Capacidade (de lugar); lugar; sítio.
7. Imensidade do céu.
8. Tip. Peça com que se formam os intervalos na composição.

Fisicamente, Demócrito de Abdera tem como ponto de partida filosófico fazer com que se acredite na realidade do movimento. Sendo o pensamento, movimento, então tanto o não ser quanto o ser seriam reais em mesma instância. O espaço vazio é necessário para que o movimento ocorra uma vez que ele não se dá num espaço cheio.Um corpo – aquele corpo, o teu corpo – não ocupa o mesmo espaço que o meu, nem a pequenez do meu corpo não pode de fato entrar dentro do seu, tornarme-ia ti, seríamos um infinito de corpos no espaço de um só.  Enquanto eu me condesasse em teu espaço, te rarefaria em mim, nas minhas mal curvas, num espaço diminuto para que pudesses se espaçar, se desaglomerar enquanto ao mesmo tempo me liquefaria em ti. Mas estes movimentos só acontecem no vazio de nossos corpos, onde os movimentos de minhas mãos não colidem com teus cabelos e meu suor não se cristaliza em sua tez.

Nossos interstícios vibram flamejantes à mera presença de um toque ainda acidental. Não reclamam espaço e sim, proximidade, o impossível. Tenho de discordar de que o ser e o movimento sejam as unidades indivizíveis. Me divido inteira em lágrimas, dolorida na ausência, num vazio que não se preenche dos átomos que se fundem com os meus, em imaginação, quando fecho os olhos e o corpo em cima de mim… o sorriso que vejo…Me divido inteira entre os dias e noites, os copos de cerveja abandonados e os lençóis desfeitos, me divido em palavras e gestos que sou obrigada a abster, me divido nas palavras que não pronuncio, estalantes na ponta da língua e no beijo, onde, quem há de dizer que o espaço não é o mesmo e que nossos átomos não são constelações em explosão?


Eureka

Lied von Kindsein

Als das Kind Kind war,
ging es mit hängenden Armen,
wollte der Bach sei ein Fluß,
der Fluß sei ein Strom,
und diese Pfütze das Meer.

Als das Kind Kind war,
wußte es nicht, daß es Kind war,
alles war ihm beseelt,
und alle Seelen waren eins.

Als das Kind Kind war,
hatte es von nichts eine Meinung,
hatte keine Gewohnheit,
saß oft im Schneidersitz,
lief aus dem Stand,
hatte einen Wirbel im Haar
und machte kein Gesicht beim fotografieren.

Als das Kind Kind war,
war es die Zeit der folgenden Fragen:
Warum bin ich ich und warum nicht du?
Warum bin ich hier und warum nicht dort?
Wann begann die Zeit und wo endet der Raum?
Ist das Leben unter der Sonne nicht bloß ein Traum?
Ist was ich sehe und höre und rieche
nicht bloß der Schein einer Welt vor der Welt?
Gibt es tatsächlich das Böse und Leute,
die wirklich die Bösen sind?
Wie kann es sein, daß ich, der ich bin,
bevor ich wurde, nicht war,
und daß einmal ich, der ich bin,
nicht mehr der ich bin, sein werde?

Als das Kind Kind war,
würgte es am Spinat, an den Erbsen, am Milchreis,
und am gedünsteten Blumenkohl.
und ißt jetzt das alles und nicht nur zur Not.

Als das Kind Kind war,
erwachte es einmal in einem fremden Bett
und jetzt immer wieder,
erschienen ihm viele Menschen schön
und jetzt nur noch im Glücksfall,
stellte es sich klar ein Paradies vor
und kann es jetzt höchstens ahnen,
konnte es sich Nichts nicht denken
und schaudert heute davor.

Als das Kind Kind war,
spielte es mit Begeisterung
und jetzt, so ganz bei der Sache wie damals, nur noch,
wenn diese Sache seine Arbeit ist.

Als das Kind Kind war,
genügten ihm als Nahrung Apfel, Brot,
und so ist es immer noch.

Als das Kind Kind war,
fielen ihm die Beeren wie nur Beeren in die Hand
und jetzt immer noch,
machten ihm die frischen Walnüsse eine rauhe Zunge
und jetzt immer noch,
hatte es auf jedem Berg
die Sehnsucht nach dem immer höheren Berg,
und in jeden Stadt
die Sehnsucht nach der noch größeren Stadt,
und das ist immer noch so,
griff im Wipfel eines Baums nach dem Kirschen in einem Hochgefühl
wie auch heute noch,
eine Scheu vor jedem Fremden
und hat sie immer noch,
wartete es auf den ersten Schnee,
und wartet so immer noch.

Als das Kind Kind war,
warf es einen Stock als Lanze gegen den Baum,
und sie zittert da heute noch.

Peter Handke

Foi voltando do supermercado que, finalmente eu tive a idéia do que eu quero trabalhar na monografia da pós de filosofia. Finalmente. A boa notícia, no entanto, veio seguida da má. Provavelmente eu estarei restrita a apenas uma pessoa para me orientar, nem terei opção e a minha opção dorme todo dia em Teresópolis com uma galinha d´angola.


Qualquer pessoa, qualquer coisa, qualquer lugar e qualquer momento pode ser uma excessão.


Por que tem que ser sempre o SER?

Eu detesto quando existem pessoas – e elas são muitas – que sabem ou acham que sabem o que é melhor pra você, como você deveria se comportar, ser, estar, tem aquelas idéias pré estabelecidas de relacionamento, sobre o que é ser adulto, sobre o que é ser mulher, sobre o que é ser profissional, acadêmico etc. Me dá raiva eu ter que ficar me contentando e me enfiando e sendo empurrada para esses rótulos, tendo que ser uma coisa em contradição ou detrimento de outra. Não acho que seja bem por aí que a banda toque.

Quando eu viajei, eu comprei – comprei, com o meu dinheiro, que eu ganhei, que não pedi à ninguém, um chaveiro que é um toy art (e não me importa que mais de um milésimo da população não saiba o que é um toy art e nem ache que seja arte mas sim uma desculpa para não crescer e colecionar brinquedos) que é uma vaca em forma de caixinha de leite. É muito inteligente se você parar para pensar. A vaca, o ser vivo, na mesma forma do produto que sai dela – o leite – e não só o produto mas o produto industrializado.

Antes de começar a aula de hoje, um colega meu perguntou porque tinha uma vaca na pendurada na minha mochila. Respondi breve e sinceramente, acariciando -a que porque eu gosto dela. Ele fez uma cara de reprovação e disse algo como: mas é uma vaca! Emputecendo-me, eu disse que ele não podia me sacanear por isso, que eu sou menina e tenho direito a ter essas coisas fofas/inúteis. E ele me respondeu que não sou menina, que sou mulher. Eu, não entendi ou não escutei o que ele disse e repeti o que eu havia dito, ao que ele, por sua vez, repetiu a frase do “você é uma mulher”. Subindo um tom de voz, acabei com a “discussão” com um: você entendeu. Prontamente, ele se tocou de que mulheres são pessoas que detestam ser contrariadas. Percebi isso porque ele só respondeu: Ih, aumentou os decibéis, tá bom. É claro que o aumento do meu tom de voz chamou a atenção dos outros meninos. Eu poderia ter dado mil respostas. Sim, eu sou uma mulher e, ao mesmo tempo, eu sou uma mulher? Acho que a graça está justamente de eu me encontrar ou pelo menos achar que estou num estado transitório. De que eu nunca vou conseguir perder completamente a menina em mim, mesmo sabendo e conseguindo ser muito mulher quando eu tenho que ser. Porém, isso me leva a outra questão: o que é o ser mulher? Como esse colega definiria este estado? O que entende ele por feminilidade ou mesmo o ser mulher em si, ainda que desprovido de feminilidade? Creio que não muita coisa. Até porque, nem eu sei, minhas amigas não sabem, minhas amigas não se denominam mulheres, ainda se chamam de meninas. É um vício. Será que eu sou mulher somente porque ele enxerga em mim uma mulher? Acho estranho que, a impressão que me dá é que os homens enxergam pessoas do sexo feminino como mulheres quando vêem nestas o certo lado sexual da coisa. Eu faço sexo, sou algo confiante com relação à mim, a minha aparência e ao meu “poder de atração”,sou capaz de suscitar desejo, tesão, logo, sou mulher. Mas quantas adolescentes por aí também não o são, as vezes, até muito mais do que eu? O que me torna mulher se, nem meu corpo se parece com o de uma mulher adulta? Sim eu sou mas por que não posso ser não sendo? Ou ser quando quero, quando me é conveniente que eu seja mulher – adulta – profissional – acadêmica ? E por que diabos um chaveiro pode fazer de mim menos mulher?

 Fica no ar…


Grundlos

 

Die Welt als Vorstellung

Ähnlich wie George Berkeley vertritt Schopenhauer die Auffassung, dass sich die Frage nach einer von ihrer Wahrnehmung unabhängig gegebenen Außenwelt nicht stellt. Er argumentiert bezüglich der Existenz einer Außenwelt sowohl gegen den Dogmatismus, der seiner Darstellung nach in Realismus und Idealismus zerfällt, als auch gegen skeptizistische Argumente, da sich die Welt dem Subjekt gegenüber ohnehin nur als Vorstellung zeige – die jedoch nicht als Imagination zu verstehen sei – und unseren einzigen Zugang zur objektiven Welt darstelle.

Gegen den philosophischen Skeptizismus bringt er vor, jener bedürfe eher einer „Therapie“ oder „Kur“ als einer ernsthaften Diskussion. Nach seiner Konzeption ist uns als Subjekt die objektive Welt immer nur im Modus der Vorstellung gegeben, d.h. dass Objekte nur als eine Seite der vorstellenden Relation von Subjekt und Objekt ihre Existenz besitzen. Trotzdem kommt bei Schopenhauer der Welt eine Wirklichkeit zu, die über die der Vorstellung hinausgeht und sich nicht dem menschlichen Zugang entzieht. Die Welt erschöpft sich nicht in ihrer Vorstellung. Insofern kann nicht behauptet werden, dass die Welt nach Schopenhauer lediglich als Erscheinung existiert oder nicht mehr als eine Imagination des menschlichen Bewusstseins ist. Wesentlich in der Terminologie Schopenhauers ist vielmehr die Unterscheidung zwischen der in Subjekt und Objekt zerfallenden Vorstellung und bloßer Imagination oder Fantasie die damit nicht in Verbindung stehen.

Schopenhauer widersprach der Überzeugung Kants, dass das Ding an sich jenseits aller Erfahrung liegt und deshalb nicht erkannt werden kann. Kants Ding an sich war für ihn zwar auch unerkennbar (wir sehen immer nur das, was wir mit unseren Sinnen wahrnehmen), jedoch nicht unerfahrbar. Durch eine Selbstbeobachtung unserer Person können wir uns dessen gewiss werden, was wir letzten Endes sind: Wir erfahren in uns den Willen. Er ist das Ding an sich und damit nicht nur die Triebfeder allen Handelns von Mensch und Tier, sondern auch die selbst grundlose Ursache hinter den Naturgesetzen, z.B. den physikalischen Gesetzen. Die Welt ist letztlich blinder, vernunftloser Wille (vgl. Triebtheorie). Schopenhauer ist somit der klassische Philosoph und Hauptvertreter des metaphysischen Voluntarismus.

Doch die Welt ist nicht nur Wille, sondern erscheint auch als Vorstellung. Sie ist die durch Raum und Zeit sowie Kausalität, die den a priori gegebenen Erkenntnismodus von uns Verstandeswesen bilden, individuierte und verknüpfte Erscheinung des einen Willens. „Die Welt ist meine Vorstellung“ ist der erste Hauptsatz seiner Philosophie. Was uns als Welt erscheint, ist nur für uns, nicht an sich. Es gibt für Schopenhauer nichts Beobachtetes ohne Beobachter, kein Objekt ohne ein Subjekt. Die Welt, als Vorstellung betrachtet, zerfällt in Subjekte und Objekte, die sowohl untrennbar als auch radikal voneinander verschieden, jedoch letzten Endes beide nur Erscheinungen des Willens sind. Dieser ist nach Schopenhauer das Wesen der Welt, das sich, in Subjekt und Objekt erscheinend, gleichsam selbst betrachtet.

Die Welt als Wille

Der Vorstellungswelt liegt der Wille zugrunde, den Schopenhauer als grund- und ziellosen blinden Drang versteht. Er stuft den Willen nach den Gegebenheiten seines Wirkens ab, spricht von Ursachen, wenn die Wirkung ihnen gemäß ist, wie z. B. beim elastischen Stoß, von Reizen, wenn die Wirkung ein Energiepotential entlädt, und von Motiven, wenn die Wirkung als Umsetzung bestimmter Absichten berechnet wurde.

„Ich nenne nämlich Ursach, im engsten Sinne des Worts, denjenigen Zustand der Materie, der, indem er einen andern mit Nothwendigkeit herbeiführt, selbst eine ebenso große Veränderung erleidet, wie die ist, welche er verursacht […] Ich nenne dagegen Reiz diejenige Ursach, die selbst keine ihr angemessene Gegenwirkung erleidet […] Der Reiz hält das Mittel, macht den Uebergang zwischen dem Motiv, welches die durch das Erkennen hindurchgegangene Kausalität ist, und der Ursach im engsten Sinn.“

– Schopenhauer[3]

In diesen Formen also bestimmt der Wille alle Vorgänge der organischen und anorganischen Natur. Er objektiviert sich in der Erscheinungswelt als Wille zum Leben und zur Fortpflanzung. Diese Lehre vom „Primat des Willens“ bildet die zentrale Idee der schopenhauerschen Philosophie, sie hatte weitreichenden Einfluss und begründet die Aktualität von Schopenhauers Werk.

Willensfreiheit kennt Schopenhauer, der sich wiederholt mit unterschiedlichem Resultat mit Augustinus aueinandersetzte, nur gemäß seiner berühmt gewordenen These: „Der Mensch kann zwar tun, was er will, aber er kann nicht wollen, was er will.“ Jeglichem Handeln liegt immer und stets der Wille, das heißt das Wollen zu Grunde. In der streng kausal geordneten empirischen Welt, der Welt der Vorstellung, ist kein Platz für einen ohne rein-empirische Ursache handelnden Menschen, und zwar nicht nur in dem Sinne, dass dies unserer Denkweise widerspräche, sondern in dem tieferen Sinne, dass der Wille sich in allen seinen Teilen gemäß dem Gesetz der Kausalität manifestiert.

Im Gegensatz zu Berkeley sieht Schopenhauer in der Kausalität kein bloßes gedankliches Konzept, sondern den Willen selbst, welchen zu deuten das Werk des Verstandes ist. Nichts anderes ist der Sinn der Aussage, dass die Welt Wille sei. Frei ist der Wille nur insofern, als ihm nichts vorschreibt zu sein, was er ist (d.h., dass die Naturgesetze zwar alles bestimmen, was passiert, selbst aber durch kein Gesetz so sind, wie sie sind). Diese Freiheit hat der so verstandene Wille demnach nur vor seiner Manifestation, welche selbst nichts weiter als sein wirksam gewordener Ausdruck ist. Im Falle des Menschen ist dessen wirkendes Wollen durch seinen Charakter bestimmt, welcher willkürlich ist, also aus keinem tieferen Grund existiert. Nur diesem Charakter gemäß kann einer wollen.

Dennoch spricht Schopenhauer von einer intelligiblen Willensfreiheit: Wenn das Subjekt den zugrunde liegenden Willen erkennt, kann es ihn in bestimmten Momenten der Kontemplation, beispielsweise durch intensiven Kunstgenuss, verneinen. Dies bezeichnet Schopenhauer als Zustand der Melancholie. *

Eu estou tão perdida que eu não sei o que falar, nem o que pensar, o que fazer, o que escrever… Na verdade, nem mesmo sei dizer como me sinto. Abandonei a aula de Estética no meio depois do fatídico telefonema. Não dava para continuar ouvindo a professora a falar de  Wille zur macht nem se eu fosse muito forte. Peguei minhas coisas, saí e sentei sozinha num banco do corredor, a chorar. Não conseguia enxergar os letreiros dos ônibus que se embassavam todos em amarelo e azul. Minha cabeça rodou para resolver questões práticas, não chorar na rua, não me colocar (tão) vulnerável em público.

Hoje troquei olhares significativos com um colega de classe, eu queria dizer a ele algo, fazer uma piada sobre outra colega, ao mesmo tempo, ele quis falar comigo e fez sinal de depois. Ele me entende pelos olhares, com tão pouco tempo de convivência.

Me disseram que ela não sofreu. Nunca na minha vida eu fui a um enterro, eu não sei como é. Eu nunca usei luto. Adiei a viagem que preciso fazer porque eu preciso respirar dessa cidade. Ainda vou porque preciso porque longe, minha mente já está, apesar de alerta.

Eu preciso de muito agora mas não em casa, não quero pena. Também não sei o que quero, quero calor sem forçar barra. Quero procurar o calor, ainda que seja no frio de São Paulo. Quero ser outra pessoa por quatro dias, viver outra vida por quatro dias, estudar e escrever.

Eu amo Nietszche. Ele é um gênio mas hoje, hoje o dia é de Schopenhauer.

* trechos do Wikipedia sobre algumas coisas da filosofia de Schopenhauer


mots croisés

Antes de dormir, peguei o Sartre pra ler. Les mots.

Só então me dei conta de que, em francês, por uma letra, palavra torna-se morte.

Le mot.

Le mort.

É, dolorido.


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